O Prêmio Sim à Igualdade Racial nasceu em 2018 como uma iniciativa do Instituto Identidades do Brasil (ID_BR) de reconhecer e premiar os principais nomes de pessoas, empresas, iniciativas e organizações que atuam em prol da Igualdade Racial no país nas áreas de empregabilidade, educação e cultura. Os premiados levam para casa a estatueta com a obra “Mad World” do artista plástico Vik Muniz, que retrata um globo terrestre a partir de acontecimentos importantes pelo mundo. Além disso, os vencedores vão ganhar uma premiação no valor de 3 mil reais!

 

Para a edição deste ano, o Instituto e o diretor Elísio Lopes Jr. criaram o conceito artístico futurista “O Mundo que Sonhamos”, que pretende questionar e construir, por meio da arte, o mundo ideal. Cada bloco do prêmio irá remeter a um momento específico da caminhada da luta pela igualdade racial no mundo e colocar personagens históricos e apresentadores “frente a frente”.

 

Realização: ID_BR

Diretor de arte: Elísio Lopes

Diretor musical: Zé Ricardo

Save the Date

29.05.2021

Conheça os ganhadores do Prêmio Sim à Igualdade Racial 2021

PILAR EMPREGABILIDADE
Comprometimento Racial
indicados-empregabilidade-oportunidades-99jobs
99JOBS
Liderança
indicados-empregabilidade-liderenca-helena-bertho
Helena Bertho
Trajetória Empreendedora
indicados-empregabilidade-trajetoria-weena-tikuna
We’e’ena Tikuna
PILAR EDUCAÇÃO
Educação e Oportunidades
indicados-educacao-educacao-oportunidades-rede-professores-antirracista
Rede de Professores Antirracistas
Inspiração
indicados-educacao-inspiracao-conceicao-evaristo
Conceição Evaristo
Intelectualidade
indicados-educacao-intelectualidade-silvio-almeida
Silvio Almeida
PILAR CULTURA
Arte
em Movimento
indicados-cultura-Alberto Pitta_foto_ViníciusDimas
Alberto Pitta
Destaque
Publictário
indicados-destaque-publicitario-dove
Dove + Influência Negra (Olhares Cruzados)
Raça
em Pauta
indicados-visibilidae-indigena-trace
Trace Brasil
Representatividade em
Novos Formatos
indicados-representatividade-novosformatos-takuma-pataxo
Tukumã Pataxó

Indicados e Categorias

PILAR EMPREGABILIDADE
COMPROMETIMENTO RACIAL

99 JOBS

Movile

Pepsico

99 JOBS

A 99jobs é uma RHTech, startup focada em processos de RH, que desenvolve tecnologias e processos criativos para facilitar o recrutamento das maiores empresas do Brasil, online ou presencialmente. Hoje, com mais de 7 anos de mercado, são mais de 5 milhões de usuários buscando suas vagas dos sonhos. A 99jobs segue encorajando e dando ferramentas para que as pessoas possam fazer o que amam, mas, além disso, para que essa bandeira deixe de ser um privilégio e se torne uma realidade para todos.

Movile

A Movile é uma empresa que investe e desenvolve negócios de tecnologia e pessoas, para que alcancem o máximo de seu potencial. São especialistas em finanças, gestão, cultura e inovação.

O grupo Movile reúne empresas de tecnologia, que trabalham em conjunto para atingir crescimento exponencial no mercado global, e impactar a vida de 1 bilhão de pessoas por meio dos seus aplicativos. A atuação conjunta dessas empresas garante a sinergia entre os negócios e promove a disrupção nas áreas de tecnologia, inovação, cultura e gestão. Além disso, o grupo apoia a Fundação 1Bi, com o objetivo de fomentar projetos de tecnologia para impacto social.

No seu ambiente de trabalho, desenvolve diversas ações para preparar e conscientizar lideranças e demais colaboradores sobre a diversidade. Cuidam do pilar Étnico-racial por meio do AfroMovile, que funciona como um safe place. Uma das grandes ações do AfroMovile foi o evento “O Lado Preto das Coisas”, criado para ressignificar esse termo e trazer debates importantes para a mesa. O evento aconteceu em novembro de 2020 e contou com diversas iniciativas, vídeos de conscientização e uma palestra para todos os 5 mil funcionários do Grupo, com Lázaro Ramos.

Pepsico

A PepsiCo está no Brasil desde 1953 e é uma das maiores empresas de alimentos e bebidas do mundo. Hoje, conta com mais de 12 mil funcionários(as) em todo o país.

Os produtos da PepsiCo são apreciados mais de um bilhão de vezes por dia por consumidores em mais de 200 países e territórios em todo o mundo. O portfólio de produtos da companhia inclui uma ampla gama de alimentos e bebidas, incluindo marcas como LAY’S®, DORITOS®, QUAKER®, RUFFLES®, KERO COCO®, TODDY®, PEPSI®, GATORADE® entre muitas outras.

Na PepsiCo, o respeito e o incentivo à diversidade racial estão no próprio DNA da empresa, que fomenta a diversidade de pensamentos, experiências e do(a)s  colaboradore(a)s, para criar mais conexão com consumidores(as) e engajar seus funcionários(as).

LIDERANÇA

Edvaldo Vieira

Helena Bertho

Silvio Jorge Silva

Edvaldo Vieira

Edvaldo Vieira é bacharel em Administração pela Escola Superior de Administração e Negócios (ESAN), possui Master em Administração e Negócios pelo Ibmec/Insper, com especialização em Liderança de Alta Performance pelo INSEAD e Fundação Getulio Vargas- FGV-CEO. Edvaldo é CEO da Amil, empresa do UnitedHealth Group Brasil dedicada à operação de planos de saúde médicos e odontológicos e uma rede própria de hospitais e clínicas assistenciais. É o responsável pelo planejamento estratégico da operadora, com foco na experiência do cliente e do paciente, no engajamento do colaborador e na sustentabilidade da organização.

Como membro do ELT (Executive Leadership Team), agrega ao time toda a sua experiência na liderança de áreas de operações, experiência ao cliente, transformação digital e projetos e na gestão de pessoas, especialmente com base em suas experiências anteriores em empresas globais renomadas. Além disso, é um dos patrocinadores do programa de Inclusão e Diversidade.

Helena Bertho

Helena Bertho é uma das principais executivas de comunicação do Brasil, Head de Comunicação, Sustentabilidade e Diversidade da L’Oreal na Divisão Grande Público. Responsável pelas marcas L’Oréal Paris, Garnier, Maybelline, Niely e Colorama.

Publicitária com MBA em Marketing pela UFF, atuou nas áreas de Comunicação & Relações Públicas (RP) e Diversidade & Inclusão da Coca-Cola Brasil, liderando campanhas como “Manaus”- vencedora do Effie Awards LATAM, na categoria Reputação Corporativa, e o RP de “Juntos a Magia Acontece” da Coca-ColaTM. Estruturou a área de Diversidade & Inclusão da companhia no país e esteve à frente do Grupo de Afinidade Racial Blacks@Coke.

Em 2020, foi nomeada uma das 20 intra-empreendedoras de Inovação e Impacto no Brasil pela ´League of Intrapreneur´. Conselheira do grupo Publicitários Negros, que reúne mais de 1.600 criativos de todo o Brasil por 2 anos.

Mãe da Olívia, casada com o Igor e filha da Maria Helena – suas inspirações – é profissional de inovação e transformação a partir da comunicação e pluralidade.

Silvio Jorge Silva

Silvio Jorge Santos Silva, tem 44 anos, é baiano, casado há 16 anos com Polyanna e pai da Mariana de 15 anos. É Administrador de Negócios, com MBA pela FGV em Gestão Empresarial, Diretor Comercial da Johnson & Johnson Consumer Brasil, e líder do grupo de afinidade SoulAfro que busca maior equidade étnico racial dentro de J&J.

TRAJETÓRIA EMPREENDEDORA

Akin Abaz

Maitê Lourenço

We’e’ena Tikuna

Akin Abaz

Akin Abaz iniciou sua trajetória profissional quando ainda era “Buh”, mulher negra e retinta que sempre se interessou por montar, desmontar e entender o funcionamento dos eletrônicos. Começou a fazer cursos técnicos ainda na adolescência e, aos 15 anos, já atuava na área da indústria com manutenção eletrônica de maquinário pesado. Porém o mercado de trabalho na área de tecnologia não via na “Buh” o perfil estético adequado para que ela pudesse ingressar em uma grande empresa. Em 2011 começou a consertar computadores em seu quarto e dois anos depois fundou a Infopreta (IP), a primeira empresa de tecnologia no Brasil que tem por objetivo inserir pessoas negras, LGBTQIA+ e mulheres no mercado de tecnologia.

Participa do projeto social #notesolidáriodapreta, que coleta e doa notebooks para estudantes em condições de vulnerabilidade social.
Em 2020 passou pelo processo de transição de gênero e agora é Akin Abaz, homem negro trans de 26 anos, CEO da Infopreta, com formação Técnica em Eletrônica e Automação Industrial – Ciência da Computação, Consultor de inovação, tecnologia e empreendedorismo, criador de conteúdo e colunista na @tilt_uol.

Maitê Lourenço

Maitê Lourenço é Psicóloga, fundadora e CEO da BlackRocks Startups, aceleradora de startups que promove acesso à população negra em ambientes altamente inovadores e tecnológicos. Desde 2016, a empresa apoia pessoas e negócios inovadores, lucrativos e tecnológicos, como hub de inovação preto, que conecta empreendedores a capital e oportunidades no ecossistema de startups.

Finalista do Startup Awards, categoria Impacto Social, uma das mulheres inspiradoras da Think Olga e premiada pela Revista Veja no Prêmio Veja-se, categoria diversidade, todas as premiações em 2017. Campeã da categoria Impacto Social do Startup Awards, Inspiração do Programa Caldeirão do Huck 2018, quando foi considerada uma das jovens mais inovadoras pelo departamento de Responsabilidade Social da Rede Globo. No mesmo ano também foi Speaker TEDx João Pessoa e EuroLeads – Paris. Em 2019, fez parte do programa de imersão no Vale do Silício e Intercâmbio profissional pelo IVLP do Consulado Americano.

We’e’ena Tikuna

We’e’ena TIKUNA é uma artista plástica do Amazonas, cantora, palestrante, Nutricionista, Design de moda, além de ativista dos direitos Indígenas e YouTuber.

We’e’ena que significa “a onça que nada para o outro lado no rio”, nasceu na terra Indígena Tikuna Umariaçu no Amazonas, Alto Rio Solimões.

Seus pais decidiram morar em Manaus para que seus 6 filhos pudessem estudar. Apesar de mudarem para capital, eles criaram a comunidade indígena Tikuna em Manaus para que os filhos não perdessem os costumes e a tradição de povo originário. Foi assim que We’e’ena cresceu, no entre viver de duas culturas, das tradições da aldeia aos costumes da cidade.

Sofreu discriminação na escola por não falar o português, mas hoje é uma mulher guerreira que venceu todos os obstáculos e o racismo. Através de sua história de superação é espelho para muitos(a)s indígenas.

PILAR EDUCAÇÃO
EDUCAÇÃO E OPORTUNIDADES

Abayomi Juristas Negras

Programa Pindorama

Rede de Professores Antirracistas

Abayomi Juristas Negras

“A Abayomi Juristas Negras É um coletivo de afroempreendedorismo social, dirigido por juristas negras, com a missão de combater estrategicamente o racismo estrutural, ofertando capacitação, aperfeiçoamento, empoderamento e treinamento de alta qualidade a baixo custo, para  criar condições efetivas de inclusão da população negra em espaços de poder e saber, com foco na ocupação de cargos nos órgãos que compõem o Sistema de Justiça Brasileiro.”

Programa Pindorama

Em outubro de 2001 nascia um projeto que seria pioneiro no ensino universitário paulistano, através da inclusão de indígenas na PUC-SP. Este projeto foi fruto dos esforços conjuntos do jovem Xavante Hiparindi Top’tiro, que trazia a demanda de 36 jovens que cursaram o Pré-Vestibular da Poli. Após seis anos, em 2008, o projeto tornou-se o Programa Pindorama.

Em 2006, num congresso mundial das universidades católicas em Roma, a PUC-SP foi destaque por ser a única a possuir um programa para alunos indígenas. Um diferencial do Programa Pindorama é o acompanhamento individual e em grupo, tanto na parte acadêmica, quanto na parte pessoal. Há 10 anos é realizada a semana cultural denominada Retomada Indígena, uma iniciativa que partiu de um dos alunos, que viu a importância de se levar a pauta indígena aos estudantes e professores.

O programa tem parcerias com o Museu da Cultura e com o Núcleo Gênero, Raça e Etnia do curso de Serviço Social, e suas ações tem estimulado uma melhor preparação dos candidatos, orientando-os a fazer cursos preparatórios.

Desde 2007 o Programa tem convidado ex-alunos indígenas para participar da coordenação, pois percebe a importância da presença indígena na condução dos trabalhos.

Rede de Professores Antirracistas

A Rede de Professores Antirracistas é uma rede de formação de professores engajados no interesse de aprender sobre as relações raciais. Esse movimento de ação educativa nasceu por meio de um curso gratuito oferecido pela Professora Lavini Castro, chamado A Ferramenta do Professor Antirracista – Lei 10.639/2003.

É um espaço on-line voltado não apenas para professores, mas também educadores sociais, líderes comunitários, assistentes sociais, estudantes e todos os demais interessados em mergulhar na temática das relações étnico raciais, criando soluções para combater o racismo no espaço escolar.”

INSPIRAÇÃO

Conceição Evaristo

Denise Alves Fungaro

Juliana Kerexu

Conceição Evaristo

Conceição Evaristo é escritora, ficcionista e ensaísta. Mestre em Literatura Brasileira pela PUC/Rio, Doutora em Literatura Comparada pela UFF, sua primeira publicação em 1990 foi na série Cadernos Negros do grupo Quilombhoje. Foram 7 livros publicados, entre eles o vencedor do Jabuti, Olhos D’água (2015), 5 deles traduzidos para o inglês, francês, espanhol e árabe. Prêmio do Governo de Minas Gerais pelo conjunto de sua obra; Prêmio Nicolás Guillén de Literatura pela Caribbean Philosophical Association; Prêmio Mestre das Periferias pelo Instituto Maria e João Aleixo.  Escritora homenageada em diversas Feiras Literárias. Mãe de Ainá – sua especial menina – em 2019, teve 3 de seus 7 livros, aprovados no PNLD Nacional e também foi a escritora homenageada da Olimpíada de Língua Portuguesa pelo Itaú Social. Lançou seu “Poemas da Recordação e Outros Movimentos” em edição bilíngue (português/francês) no Salão do Livro de Paris e “Olhos D’água” em francês pela Editora Des Femmes. Ainda em 2019, foi homenageada pelo Prêmio Jabuti como personalidade literária.

Denise Alves Fungaro

Denise Alves Fungaro é graduada em Química, com mestrado e doutorado em Química Analítica pela Universidade de São Paulo, e pós-doutorado na Universidade de Coimbra. É pesquisadora no Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares desde 1995, coordenadora de projetos de pesquisa, orientadora de alunos de Iniciação Científica, mestrado, doutorado, supervisora de pós-doutorado e ministra aulas na pós-graduação. O foco da sua pesquisa é o aproveitamento de resíduos agroindustriais de acordo com os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU e da Agenda 2030. É membro do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo participando do Grupo de estudos “Saúde Planetária” e coordenadora e mentora do “Programa de Embaixadores da Saúde Planetária”. Sua pesquisa foi contemplada com nove prêmios, dos quais um internacional. Além da produção acadêmica reconhecida por premiação, sua trajetória está divulgada em entrevistas, livros e artigos para ajudar a firmar uma imagem positiva para os jovens, sobre a existência de cientistas negras e negros no Brasil.

Juliana Kerexu

Juliana Kerexu é cacique da Aldeia Tekoa Takuaty na Ilha da Cotinga, no município de Paranaguá – PR. Ela é mãe, artesã, professora e educadora popular, palestrante, roteirista de documentários e contadora de histórias.

De uma linhagem de mulheres extremamente fortes em sua família, Juliana traz consigo a força, a poética inspiradora e o florescer das Kerexus, filhas de Karai Ru Hete e Karai Xy Ete.

Desde criança aprendeu através da sua caminhada a luta em defesa da cultura Guarani, dos direitos indígenas e principalmente dos direitos das mulheres. Há mais de 15 anos é ativista neste meio e busca a garantia de que todas as mulheres indígenas tenham seus direitos, espaços de fala e bem viver assegurados.

Através do seu trabalho, busca tecer redes, fortalecer a proteção do todo e sensibilizar para histórias e saberes do seu povo que não se encontram nos livros.

Foi roteirista no documentário “Ko Yvy Ma Ndopa Mo’ãi – Essa terra não vai terminar” em 2019 e recebeu menção honrosa pela Associação de Cinema e Vídeo do Paraná.

Curadora na exposição “Nhande Mbyá Reko – Nosso jeito de ser Mbyá-Guarani” (2019), do Museu de Arqueologia e Etnologia da Universidade Federal do Paraná, desenvolveu como artista e curadora a exposição itinerante “Xondarias – mulheres Indígenas e suas histórias de existência, resistência e resiliência” (2019) no Cine Passeio e no III Simpósio Brasileiro de Desenvolvimento Territorial Sustentável. Ganhou da ONU Mulheres a menção honrosa na categoria indígena pelo cultivo tradicional Mbyá Guarani (2020).

INTELECTUALIDADE

Adilson Moreira

Silvio Almeida

Zélia Balbina Puri

Adilson Moreira

Adilson José Moreira é mestre e doutor em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Harvard; bacharel e mestre pela Faculdade de Direito da UFMG e bacharel em Psicologia pela UFMG. É professor universitário especialista em Direito Constitucional, Direitos Humanos, Direito Antidiscriminatório e Psicologia Jurídica.

Silvio Almeida

Silvio Luiz de Almeida é um dos mais reconhecidos intelectuais brasileiros da atualidade. Jurista, consultor, advogado e palestrante há duas décadas, Sílvio tem doutorado e pós-doutorado em Filosofia e Teoria Geral do Direito, pela Faculdade de Direito da USP. Seu livro “Racismo Estrutural” é considerado um dos mais importantes estudos sobre raça e racismo. É também professor de Compliance Antidiscriminatório e Governança e Ética Corporativa da Fundação Getúlio Vargas (FGV-EAESP), e de Filosofia do Direito e Pensamento Social Brasileiro na Universidade Presbiteriana Mackenzie. Em 2020, foi professor visitante no Centro de Estudos Latino-Americanos e Caribenhos da Universidade de Duke (EUA). Se destaca por sua atuação à frente do Instituto Luiz Gama, organização que visa à inclusão de minorias e à promoção de uma educação antirracista. Nos últimos anos, proferiu palestras nacionais e internacionais sobre temas relacionados à ética, além de prestar consultoria para organizações públicas e privadas sobre a implantação de práticas antidiscriminatórias e técnicas de promoção da diversidade e inclusão.

Zélia Balbina Puri

Zélia Balbina Puri é escritora, poetisa, pesquisadora, atriz e produtora cultural. Membro da Associação Internacional de Poetas, Membro da Academia Panamericana de Letras e Artes,  do InBrasCI (Instituto Brasileiro de Culturas Internacionais) e do Movimento de Poetas Del Mundo (do Chile). Embaixadora da Paz pelo Cercle Universel des Ambassadeurs de la Paix – Suisse/France. Atua no Movimento de Ressurgência Puri, nas pesquisas de resgate da cultura. Através de textos literários e poéticos implementa saberes participando de palestras, debates, oficinas e exposições.

Em 2019 realizou palestras na UFRJ, UBM, UFF, FUNAI, Palácio Imperial e participou do Festival Internacional de Poesía y Arte dos Los Pueblos Originarios En El Norte de Chile (Antofagasta-Chile), além de encontros, oficinas e eventos no Centro de Produção Cultural – Espaço Mestre Raladinho, espaço criado em agosto de 2011, implementando a biblioteca às oficinas e saraus oferecidos. Atualmente participa da Associação Internacional de Poetas, e lives diárias com o Sarau Espírito do Tempo – Front de Poesias pela internet.

PILAR CULTURA
ARTE EM MOVIMENTO

Alberto Pitta

Dona Dalva

Moara Tupinambá

Alberto Pitta

Há 40 anos desenvolvendo trabalhos de pesquisas e criações artísticas, Alberto Pitta é um dos pioneiros na criação do que hoje se conhece por estampas afro baianas, se utilizando de símbolos, ferramentas, indumentárias e adereços dos orixás como fonte de inspiração. Sua vivência dentro de terreiros de candomblé favorece e estimula a criação artística, possibilitando assim a extração do essencial para a interpretação de códigos e símbolos. PItta se destaca no cenário artístico e cultural da Bahia, no que se refere ao carnaval dos blocos afro, afoxés e de indígenas em Salvador.

Nos últimos 22 anos, se dedica a  produção e concepção artística do Cortejo Afro, bloco que vem se destacando pelo resgate de valores estéticos no carnaval de Salvador, trazendo a arte de volta para as avenidas da cidade.

No seu currículo constam também exposições em Frankfurt, Angola, EUA, França, Londres além de participações em festivais de cultura nacionais e internacionais.

O acervo de seu trabalho, suas estampas e tecidos, está reunido em seu atelier no bairro de Pirajá, Salvador/BA.

Segundo Caetano Veloso, “Alberto Pitta é talvez o criador mais importante e mais atuante neste imenso movimento que enche de beleza as ruas a cada carnaval. Pioneiro das estampas baiano-africanas, é pensador do processo de que se faz parte e tem todas as características de um artista fino e requintado.”

Dona Dalva

Dona Dalva Damiana nasceu na cidade de Cachoeira, na região do Recôncavo da Bahia. Filha de pai sapateiro e mãe charuteira, estudou até o segundo ano primário e desde muito nova foi obrigada a abdicar dos estudos para contribuir com o sustento da família. Trabalhou como operária charuteira na fábrica Suerdieck, onde criou o grupo cultural Samba de Roda Suerdieck, em 1958. Dalva é uma artista completa; além de sambadeira é cantora, compositora, integrante da Irmandade de Nossa Senhora da Boa Morte, organizadora do Terno de Reis Esperança da Paz, Terno das Baianas do Acarajé e da Quadrilha Junina da Terceira idade “Quanto mais velho, melhor”. Do amor e consciência pela necessidade de preservação do Samba de Roda tradicional, fundou o Samba de Roda Mirim Flor do Dia.

Em 2012, foi condecorada com o título de Doutora Honoris Causa pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia, por sua vida dedicada à cultura popular, sobretudo ao Samba de Roda tradicional.

Atualmente o Samba de Roda é Patrimônio Cultural Imaterial do Brasil, Obra Prima do Patrimônio Oral e Imaterial da Humanidade e Patrimônio Cultural da Bahia.

Atualmente, é aposentada e, junto com familiares e amigos, promove ações na Casa do Samba de Roda de Dona Dalva, espaço onde recebe visitantes, mantém ativo o seu acervo de fotografias, indumentárias e instrumentos em exposição, promove ensaios e apresentações com a diversidade cultural, além de frequentemente contribuir com o desenvolvimento de trabalhos acadêmicos.

Moara Tupinambá

Moara Tupinambá é ARTivista visual e curadora autônoma, natural de Mairi Tupinambá em Belém do Pará. É tupinambá de origem da região do Baixo Tapajós. Seu pai é da comunidade rural de Cucurunã/Santarém e sua mãe de Santarém, Vila de Boim, Rio Tapajós. Atualmente faz parte do coletivo amazônida MAR, do Colabirinto e da associação multiétnica Wyka Kwara. Radicada em São Paulo, é artista multiplataforma, Moara utiliza desenho, pintura, colagens, instalações, escrita, vídeo-entrevistas, fotografias, literatura e performances.

Sua poética percorre cartografias da memória, identidade, ancestralidade, resistência indígena e pensamento anticolonial. Foi indicada ao Prêmio de Arte e Educação da Revista Select, em 2018, pelo projeto II Bienal do Ouvidor 63, ocorrido na maior ocupação artística de São Paulo. Recentemente lançou o livro “O sonho da Buya-wasú”, da editora Miolo Mole.

DESTAQUE PUBLICITÁRIO

Bradesco + Publicis

Dove + Influências Negras

O Boticário + AlmapBBDO

Bradesco + Publicis

Com roteiro de Larissa Luz e direção de Edvaldo Raw, a campanha do banco Bradesco do Dia da Consciência Negra “O Bravoz – Encontros Bradesco de Vozes Brasileiras”, pretende abrir espaços para a “Cultura da Consciência Negra”. No vídeo produzido pela agência Publicis, ilustra o projeto multimídia criado por pessoas negras dentro do banco, que potencializou a cultura e o empreendedorismo negro promovendo todos os meses, vídeos e podcasts com artistas nas redes sociais do Bradesco.

Os compositores da música-tema de Bravoz, Larissa Luz e Rincon Sapiencia, soltaram a voz para interpretá-la, ao lado da dançarina Tainara Cerqueirae, e passam a mensagem de que é preciso ecoar as vozes negras, nas artes e no empreendedorismo.

O projeto valoriza a dramaticidade musical e a mensagem de que é preciso ecoar as vozes negras, nas artes e no empreendedorismo.

Para celebrar o aniversário do projeto, o Banco apresentou um videoclipe onde os compositores da música-tema de Bravoz, Larissa Luz e Rincon Sapiencia, soltaram a voz para interpretá-la, ao lado da dançarina Tainara Cerqueira.

Segundo Marcelo Salgado, gerente de digital e UX do Bradesco, o clipe sintetizou toda a potência das vozes e talentos da cultura negra, que estiveram no Bravoz. Mais que isso, reforçou o posicionamento #AliadosPeloRespeito, que reflete o compromisso do Bradesco com a representatividade e a inclusão.

 

Dove + Influências Negras

Toda mulher preta tem em si uma história. São diversas vivências, olhares, caminhos Contemos nossas glórias para construção de uma autoestima bem preta e poderosa. “Olhares cruzados”, não é só um projeto documental. É sobre legado, ancestralidade, autoestima e construção do amor próprio.

Protagonizado pelas trajetórias inspiradoras de Cris Mendonça, Kiara Felippe e Joyce Fernandes e com trilha original de Hailanny Souza na voz de Bia Ferreira, esse documentário nos convida a ver o mundo sob outros olhares. O projeto foi produzido pela Influência Negra em parceria com a Dove e Refinery29.

 

O Boticário + AlmapBBDO

Ambientado na década de 1980, o filme é protagonizado por um menino negro que, como outras crianças, ama essa época natalina. Ele registra diversas lembranças dos momentos vividos, incluindo festas em sua casa, mas todas remetem a um mesmo padrão estético para a figura do “bom velhinho”. “Com tanto Papai Noel no mundo, por que nenhum era como eu?”, questionava a criança.
No final, a peça mostra cenas de 2020, quando ele próprio se transforma em um Papai Noel negro.

O comercial ainda traz a mensagem sobre a importância de acreditarmos nos nossos sonhos. Na campanha de Natal, criada pela agência AlmapBBDO, o Boticário reafirmou seu compromisso com a equidade racial.

RAÇA EM PAUTA

Marcos Luca

Trace Brasil

Visibilidade Indígena

Marcos Luca

Marcos Luca Valentim é carioca, Jornalista da Globo, Comentarista Esportivo, vencedor do prêmio Melhores do Ano de 2020, promovido pelo Site Mundo Negro, na categoria Jornalista Liderança do grupo étnico-racial Diáspora, coletivo de funcionários negros da Globo, Liderança do Comitê de Diversidade no Esporte na Globo e idealizador do Ubuntu Esporte Clube, primeiro projeto audiovisual da Globo (podcast, TV e site) feito somente por jornalistas negros.

Trace Brasil

A Trace é uma empresa global multiplataforma de mídia, entretenimento e educação que se conecta com públicos multiculturais por meio da música e de conteúdo afro urbano. Está presente em 27 canais da TV paga, rádio, serviços online e mobile disponíveis para 350 milhões de pessoas, em mais de 120 países. Lançada em 2003, a Trace tornou-se a marca líder de mídia para juventude afro urbana conectada na África Subsaariana, França, Caribe, Inglaterra e na região do Oceano Índico.

José Papa, que já foi CEO de Cannes Lions e da WGSN Global, está à frente da Trace Brasil, junto de Ad Junior, comunicador e consultor em diversidade, referência na produção de conteúdo sobre combate ao racismo e preconceito na mídia. A empresa chegou ao país em julho de 2019 e, em novembro, lançou o Trace TRENDS, exibido pela RedeTV!. O canal Trace Brazuca foi lançado em julho de 2020 nas operadoras Net/Claro, Vivo, Blue TV e Guigo TV, com pautas sobre música, comportamento, arte, diversidade, esportes e empreendedorismo.

Visibilidade Indígena

O Visibilidade Indígena (VI) é uma rede que tem como propósito amplificar vozes através da divulgação da arte contemporânea, do entretenimento, do cinema e das culturas dos povos indígenas. Guiado pela potência das cosmovisões indígenas, o VI acredita na força transformadora de recontar histórias através de perspectivas plurais, atuais e próprias, rompendo assim com estereótipos e preconceitos construídos desde 1500.

REPRESENTATIVIDADE EM NOVOS FORMATOS

Katu Mirim

Tay Cabral

Tukumã Pataxó

Katu Mirim

Katu Mirim é indígena urbana por ser nascida e criada na cidade. É rapper, atriz, compositora, ativista, fundadora do Visibilidade Indígena, fundadora do coletivo Tibira-indígenas lgbtq e fundadora da TAG -Índio não é fantasia. É sinônimo de resistência indígena na cidade de São Paulo.

Tay Cabral

Tay Cabral tem 24 anos, é Designer, artista visual e bacharel em Comunicação Social – Publicidade e Propaganda pela Universidade Federal Fluminense. Desenvolve projetos voltados para a representatividade no campo das artes e do design, buscando através das criações contribuir na projeção de outras possibilidades de existência, principalmente para pessoas negras.

Também pesquisa de forma independente o papel e o legado de mulheres negras nas artes visuais. É Assessora de comunicação da Casa Fluminense e membro da Global Shapers Community. Já desenvolveu projetos para empresas como Netflix, Telecine e Laboratório Fantasma. Seus principais projetos autorais são o Calendário Insubmissas Trajetórias Negras e o Sankofa – Jogo da Memória.

Tukumã Pataxó

Tukumã Pataxó tem 21 anos, e é um jovem da aldeia Pataxó de Coroa Vermelha, no sul da Bahia. Estudante de Gastronomia na UFBA, Tukumã é comunicador, ativista e influenciador indígena.

Linha do Tempo

Confira as edições anteriores do Prêmio Sim à Igualdade Racial

Conheça os finalistas dos últimos anos

Atrações

Confira as atrações do Prêmio Sim à Igualdade Racial 2021

Agnes Nunes

Elza Soares + Zé Ricardo

Gloria Groove

Ludmilla

Tati Quebra Barraco

Mc Carol

Xande de Pilares

Renegado

Lukinhas

Brô Mc’s

Agnes Nunes

Elza Soares + Zé Ricardo

Gloria Groove

Ludmilla

Tati Quebra Barraco

Mc Carol

Xande de Pilares

Renegado

Lukinhas

Brô Mc’s

Apresentadores

Xamã

Jéssica Ellen

Majur

Xamã

Jéssica Ellen

Majur

Anfitriões

André Barrence

Head of Google for Startups - Latin America at Google

Arapuan Netto

Reitor da UNISUAM

Belmiro Gomes

Presidente Assaí Atacadista

Christian Orglmeister

Executive Director for Bio-businesses, Strategy, Communications, IT & Digital at Suzano

Daniela Cachich

CMO Latam at PepsiCo Foods&Beverages / SVP Marketing Foods Brazil at PepsiCo / Top 20 Most Powerful and Influencial Women in Brazil 2020 - Forbes Maganize

Débora Mattos

Chief of Staff to President - Latin America na The Coca-Cola Company

Edu Migliano

Co-Founder at 99jobs.com

Eduardo Santos

General manager na EF

Fabio Cesnik

Founding Partner at Cesnik, Quintino, Salinas, Fittipaldi e Valério Advogados - CQS/FV

Frederico Trajano

CEO da Magazine Luiza

Gustavo Vitti

Chief People and Sustainability Officer at iFood

Helena Bertho

Head de Comunicação, Sustentabilidade e Diversidade da L'Oreal

João Pedro Paes Leme

Sócio e cofundador da Play9

Jorge Faiçal

Diretor Presidente do GPA

Josélio Raymundo

Diretor de Operações na Aegea Saneamento e Participações S.A

Kiki Moretti

Founder & CEO at Grupo In Press | Omnicom Partner | Women to Watch | Omniwomen - Brazil leader | Signed Women's Empowerment Principles/UN and UN Global Impact | PR & Communications | Mother of 2 | Sunday school teacher

Letícia Veloso

Partner/Director at Index

Liel Miranda

President at Mondelēz Brazil

Luciana Paganato

Vice-presidente de Recursos Humanos na Unilever Brasil

Marcela Rocga

Marcelo Araújo

Presidente da Ipiranga Produtos de Petróleo S/A e diretor executivo do Grupo Ultra

Marcia Kambeba

Escritora, poeta, fotógrafa, locutora, compositora, escritora, ativista, educadora, atriz, palestrante de assuntos indígenas e ambientais no Brasil e exterior. Tem quatro livros publicados e hoje é Ouvidora Geral do Município de Belém sendo a primeira indígena a ocupar um espaço no primeiro escalão no PA

Maria Alice Setubal

Presidente do Conselho de Administração Fundação Tide Setubal e do GIFE (Grupo de Institutos Fundações e Empresa

Maurício Adade

President Latin America & Global Malnutrition Partnerships and Programs - Royal DSM

Maurício Rodrigues

Vice-Presidente de Finanças da Bayer Crop Science para a América Latina

Radamés Casseb

CEO da Aegea Saneamento

Oscar Decotelli

CEO at DXA Invest

Silvio Silva

Commercial Director at Johnson & Johnson Consumer Health Brazil

Sofia Esteves

Presidente do Conselho Grupo Cia de Talentos/Bettha.com, Colunista de Carreira e Liderança Exame, Você SA e Valor

Théo van der Loo

Founder & CEO NatuScience S.A.

Theunis Marinho

Coach e Mentor para CEO’s | Conselheiro de Administração e Consultivo | Autor do Best-Seller "Sonhar Alto, Pensar Grande"
Jurados

Cultura

Alice Pataxó

Fábio Porchat

José Junior

Nathalia Santos

Preto Zezé

Alice Pataxó

Alice Pataxó, criadora de conteúdo digital, ativista e jornalista Indígena, fundadora e produtora do canal Nuhé, integrante das meninas na luta, estudante de Bacharelado Interdisciplinar em Humanidades pela UFSB-Universidade Federal do Sul da Bahia.

Fábio Porchat

Fabio Porchat é ator, apresentador, roteirista e comediante sócio-fundador do coletivo Porta dos Fundos. Atualmente no ar no GNT com os programas Papo de Segunda e Que História é essa, Porchat?

José Junior

José Junior é CEO da AfroReggae Audiovisual. Criou, produziu e apresentou uma dezena de séries documentais para a TV por assinatura. Foi também produtor do doc Favela Rising, ganhador de 36 prêmios internacionais, incluindo o Prêmio de Melhor Novo Documentarista no festival de Tribeca, e semifinalista do Oscar. Lançou, em 2019, sua primeira obra de ficção, A Divisão, um dos primeiros sucessos do Globoplay. Criou, desenvolveu e produziu para o Globoplay a série Arcanjo Renegado, dirigida por Heitor Dhalia, maior sucesso na história da plataforma desde o seu lançamento e que já tem desenvolvida a sua segunda temporada. Junior fundou o Grupo Cultural AfroReggae há 27 anos, onde criou diversos projetos socioculturais nas favelas do Rio. Mediou os principais conflitos armados na cidade em busca da paz e foi o pioneiro a tirar pessoas do narcotráfico e ressocializá-las. Seu trabalho no AfroReggae já foi amplamente premiado e reconhecido internacionalmente.

Nathalia Santos

Nathalia Santos é jornalista, carioca, tem 28 anos e é cega. Foi considerada pela revista Vogue uma das mulheres negras mais influentes do país e posou no editorial de aniversário da revista ao lado da modelo Naomi Campbell. Foi comentarista do programa Esquenta! durante quatro anos, trabalhou como repórter na GloboNews e também como âncora do Atualiza, noticiário online do RioLive, onde foi considerada a primeira apresentadora cega do país. Além disso, trabalhou como trainee na Coca-Cola por 1 ano e 6 meses, tem um canal no YouTube chamado “Como Assim Cega”. Atualmente integra o quadro de funcionários do Multishow.

Preto Zezé

Minibiografia do Preto Zezé, Presidente Nacional da Central Única das Favelas – CUFA

Ex-lavador de carro nas ruas de Fortaleza, presidente nacional da CUFA – Central Única das Favelas, empresário, produtor cultural, repórter no Quadro Talentos da Comunidade na TV Verdes Mares/afiliada da Rede Globo no Ceará, escritor, autor dos livros A Selva da Pedra : a Fortaleza Noiada ( 2014) e Das Quadras Para o Mundo (2019), consultor em planos de de oportunidades para governos e empresas. Preto Zezé também é CEO e fundador do Lis – Laboratório de inovação social. Ativista de uma agenda positiva nas favelas para transformar o estigma em carisma e as dificuldades em oportunidades.

Especialista em planejamento e agendas comuns Mestre em sobrevivência nas Quadras, Doutor nas ruas do Brasil e Pós doutor em conexões de potências e compartilhamento de oportunidades.

Resumo da minibiografia : Preto Zezé – Presidente Nacional da CUFA, empresário, escritor e fundador da LIS – Laboratório de inovação social

Educação

Amara Moira

Arissana Pataxó

Débora Garofalo

Edu Lyra

Elizabete Scheybmayr

Amara Moira

Amara Moira é travesti, feminista, professora de literatura, doutora em literatura pela Unicamp e autora do livro autobiográfico “E se eu fosse puta” (hoo editora, 2016) e do capítulo “Destino Amargo”, presente na obra “Vidas Trans – A Coragem de Existir” (Astral Cultural, 2017).

Arissana Pataxó

Reside na comunidade Indígena de Coroa Vermelha,na Bahia, uma das maiores aldeias urbanas do Brasil, onde trabalha como professora de arte e patxôhã. Atua como artista visual realizando diversas exposições e projetos artísticos no Brasil. Possui graduação em Artes Plásticas, mestrado em Estudos Étnicos e Africanos pela Universidade Federal da Bahia e atualmente cursa o doutorado em Artes Visuais na mesma universidade.

Débora Garofalo

Débora Garofalo, formada em Letras e Pedagogia, com especialização em Língua Portuguesa pela Unicamp, Mestra em Educação pela PUC-SP e FabLearn Fellow, Columbia, EUA. Professora há 16 anos da rede publica de SP, sendo idealizadora do trabalho de Robótica com Sucata que se tornou uma política pública. Atualmente é Coordenadora do Centro de Inovação da Secretaria Estadual de Educação do Estado de São Paulo e colunista das Redes Inovadora na Editora Moderna.

Integrante da comissão de Direitos Humanos da Cidade de São Paulo e Palestrante em grandes eventos Nacionais e Internacionais entre eles, Latinoware, Campus Party, Bett Educar, Havard, EUA, Oxford em Londres, Buenos Aires na Argentina, Ecole Polytechnique, França. Pelo trabalho realizado na Educação Pública, recebeu diversos prêmios importantes, entre eles: Professores do Brasil 2018, Desafio de Aprendizagem Criativa do MIT 2019, Medalha de Pacificadores da ONU 2019 e considerada uma 10 melhores Professoras do Mundo pelo Global Teacher Prize 2019, Nobel da Educação.

Edu Lyra

“Edu Lyra, 33 anos, nasceu na favela. Morava num barraco e dormia numa banheira. O pai, envolvido com o crime na favela, foi preso. Mas sua mãe foi a grande inspiração e dizia sempre: Não importa de onde você vem, mas pra onde você vai”. Edu acreditou. Não formou, mas foi para a universidade estudar Jornalismo. Começou a empreender aos 23 anos, quando escreveu seu primeiro livro “Jovens Falcões” e com um time de 50 jovens, vendia de porta em porta na periferia e na favela por R$ 9,99.

Com o dinheiro das vendas, fundou a ONG Gerando Falcões, em Poá-SP, ao lado de três amigos, que são co-fundadores da ONG: Amanda Boliarini, Lemaestro e Mayara, com quem viria a se casar mais tarde e construir família. Neste período, conseguiram o primeiro e histórico investimento da ONG, doado pelo casal Patrícia e Ricardo Villela Marino, que são conselheiros, ainda hoje.

Junto com o time, Edu fez a Gerando Falcões deixar de ser uma ONG na favela para se tornar uma rede de ONGs, com impacto sobre 50 mil pessoas, com foco em eficiência em gestão, escala, uso de tecnologia e treinamento de líderes. Desenvolveu a habilidade de captar recursos e mobilizou centenas de cidadãos como doadores, além de empresas gigantes, na lista consta Ambev, Motorola, Visa, Accenture e líderes de peso como Jorge Paulo Lemann, Elie Horn, Flávio Augusto da Silva, Charles Wizard, entre outros, para apoiar seus programas sociais.

Edu já fez palestras em convenções no Brasil e no exterior, em empresas globais como Google e Microsoft, universidades: como Harvard e London Economics School e foi entrevistado em programas de grande audiência na TV como “Conversa com Bial” e “Programa do Jô”.

Foi nomeado como um dos jovens brasileiros que podem mudar o mundo, fazendo parte do Global Shapers, Jovem Empreendedor do Ano pelo Lide, saiu na lista dos jovens mais influentes pela Forbes Brasil, abaixo dos 30, e Homem do Ano pela revista GQ.

O pai de Edu saiu do crime e voltou para casa. E o sonho do Edu é de que um dia a pobreza da favela vá parar no museu.”

Elizabete Scheybmayr

Elizabete Leite Scheibmayr, sócia-fundadora da Uzoma Diversidade, Cultura e Educação, advogada, membro do Grupo Mulheres do Brasil Lider dos Comitês de Igualdade Racial e Combate à Violência contra a Mulher do Grupo Mulheres do Brasil,  palestrante sobre os temas diversidade,  liderança feminina e violência contra a mulher.  Mentora do Programa Pulsar da Fundação Éveris e do Programa Nós por Elas do IVG.

Empregabilidade

Adriana Barbosa

Ana Fontes

Jair Ribeiro

Karibuxi

Neca Setubal

Adriana Barbosa

É a mulher por trás de toda a plataforma Feira Preta, que em 2019 se transformou na Plataforma PRETAHUB. A plataforma é o resultado de dezoito anos de iniciativas do Instituto Feira Preta no trabalho de mapeamento, capacitação técnica e criativa, aceleradora e incubadora do empreendedorismo negro no Brasil.

Formada em gestão de eventos, a atuação profissional começou em 1995, na área de comunicação, com trabalhos em emissoras de rádio, produtoras de TV e gravadoras. Percebeu que, enquanto a economia brasileira se desenvolve, também se desenvolve o poder de compra dos afro-descendentes. Com isso em mente, criou em 2002, com pouco mais de 20 anos de idade, a maior feira negra do Brasil.

A Feira Preta é um hub de inventividade e criatividade pretas, se transformou no maior festival de tendências afro-contemporâneas do mercado e das artes, além de  promoção das iniciativas afro-empreendedoras de diversos segmentos.

Como empreendedora social, passou pelas principais Aceleradoras do ecossistema de Negócios Sociais no Brasil, tais como Artemisia, Aliança Empreendedora, Quintessa, Endeavor e Nest e em 2016 ficou em segundo lugar da primeira edição do Inova Capital – Programa de Apoio a Empreendedores Afro-Brasileiros uma iniciativa do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e Anjos do Brasil.

Em 2017 Adriana Barbosa foi homenageada junto aos atores de renome no Brasil, Lázaro Ramos e de Taís Araújo como os 51 negros com menos de 40 anos mais influentes do mundo segundo o Mipad, premiação mundial. A seleção é feita pela organização Most Influential People of African Descent (Mipad). Os três brasileiros figuraram na categoria Mídia e Cultura, ao lado de celebridades internacionais como as cantoras Beyoncé e Rihanna, a tenista Serena Williams, o velocista Usain Bolt e o tetracampeão de Fórmula 1 Lewis Hamilton.

O ano de 2019 foi bastante especial, pois Adriana Barbosa venceu a categoria Troféu Grão do Prêmio Empreendedor Social promovido pela Folha de São Paulo, com a aceleradora Pretahub e também vencedora da categoria Empreendedorismo e Negócios do Prêmio CLAUDIA 2019, recebendo o troféu de Luiza Trajano do Magazine Luiza. No mês de janeiro deste ano, Adriana ganhou o Prêmio Estado de São Paulo para as Artes, da Secretário de Estado de Cultura e Economia Criativa, na categoria cultura urbana. E recentemente foi nomeada para o time de fellows de lideres globais da Fundação Ford. E me 2020 foi reconhecida na Cúpula de Impacto e  Sustentável do Fórum Econômico Mundial e passou a integrar o time de empreendedores socais da Rede Schwab.

Ana Fontes

Empreendedora social,  fundadora da RME- Rede Mulher Empreendedora e do Instituto RME , pesquisadora de gênero e especialista em empreendedorismo feminino. Delegada líder do W20 grupo de engajamento do G20. Eleita uma das mulheres mais poderosas do Brasil pela Forbes e uma das Top Voices do Linkedin. Conselheira do Instituto Avon e Professora do programa empreendedorismo em ação do INSPER. Eleita empreendedora do ano pela revista IstoÉ  e  prêmio empreendedora social da Folha de SP.

Jair Ribeiro

É Presidente da Associação Parceiros da Educação e da Casa do Saber S.A., membro do Conselho de Administração da Alicerce Educacional, do Conselho de Governança do Todos pela Educação, e do Comitê de Gestão da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo e da área de educação profissionalizante do Instituto Paula Sousa.  É também membro do conselho e operating partner de uma holding controlado pelo grupo de private equity EB Capital para a consolidação de escolas de ensino profissionalizante, e da Sertrading. S.A., grande empresa de comércio exterior brasileira.

Iniciou sua carreira em 1979, como advogado no escritório Pinheiro Neto Advogados, atuando na área de fusões e aquisições.  De 1988 a 1999, foi co-fundador e presidente do Banco Patrimônio, importante banco de investimentos brasileiro associado ao Salomon Brothers (NY), tendo liderado a sua venda para o Banco Chase Manhattan. Atuou (1999-2000) como presidente do Banco Chase Manhattan Brasil e managing director da área internacional de renda variável do JP Morgan NY (2000-2003), responsável pelos mercados europeus, asiáticos, australiano e latino-americanos

Foi co-fundador (2006), CEO (2006-2009) e acionista da empresa TI, CPM Braxis S.A., até a sua venda à CapGemini no ano de 2010.  CPM Braxis foi, na sua época, a maior empresa de capital nacional de serviços de TI, com mais de 7 mil funcionários e faturamento superior a R$ 1,5 bi.  De 2011 a 2018 foi Co-CEO e acionista do grupo de controle do Banco Indusval S.A.

Jair Ribeiro é formado em Direito pela Universidade de São Paulo (1982), em Economia pela FAAP (1982), e tem mestrado em Direito pela Universidade da Califórnia – Berkeley (1984).  No segundo semestre de 2019, atuou como visiting scholar na Faculdade de Educação da Universidade de Stanford, California.

Karibuxi

Karibuxi tem 27 anos, é jornalista e escreve sobre povos indígenas para o site Fonte BR.
Também é artesã, idealizadora do site ‘Profissionais Indígenas’, projeto recém-criado que visa a inserção de indígenas no mercado de trabalho e co-idealizadora do boletim #IndígenasECovid19, que traz notícias sobre a COVID-19 entre os povos indígenas do Brasil e de outros países do continentKaribuxi tem 27 anos, é jornalista e escreve sobre povos indígenas para o site Fonte BR.
Também é artesã, idealizadora do site ‘Profissionais Indígenas’, projeto recém-criado que visa a inserção de indígenas no mercado de trabalho e co-idealizadora do boletim #IndígenasECovid19, que traz notícias sobre a COVID-19 entre os povos indígenas do Brasil e de outros países do continente.
e.

Neca Setubal

Neca Setubal, socióloga, doutora em Psicologia da Educação pela PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo) e mestre em Ciência Política pela USP (Universidade de São Paulo. Autora de diversos livros e artigos para revistas e jornais. Foi Coordenadora de Educação para América Latina e Caribe pelo Unicef. Participação nos seguintes conselhos: Conselho da Aliança pelos Investimentos e Negócios de Impacto,  Conselho do Family Office, Conselho Fundação Itaú para Educação e Cultura,  Conselho Consultivo USP – Universidade de São Paulo, Conselho IDEA – Instituto Estudos Avançados UNICAMP, Conselho Consultivo OPENSOCIETY para América Latina. Foi presidente do Conselho de Administração do CENPEC (Centro de Estudos e Pesquisas em Educação, Cultura e Ação Comunitária). Atualmente é presidente do Conselho de Administração Fundação Tide Setubal e do GIFE (Grupo de Institutos Fundações e Empresa)

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